Coimbra, Europa, Portugal

13 Principais Pontos Turísticos de Coimbra

Situado a meio caminho entre Lisboa e o Porto, na região de Beiras, no centro de Portugal, o venerável Coimbra aninha-se às margens do rio Mondego em glória digna. Famosa por sua universidade – a mais antiga do país – e uma coleção fantástica de igrejas bonitas, mosteiros serenos e instituições culturais animadas, Coimbra também é um movimentado centro comercial, com suas muitas lojas, boutiques e opções apetitosas de cafés e restaurantes. O centro da cidade é dividido em dois bairros, a Cidade Baixa e a Cidade Alta. Seu coração histórico fica no alto do Mondego, na colina de Alcaçova, conhecida pelos romanos como Aeminium. Aqui, conventos medievais, catedrais e alguns museus são agrupados em torno da antiga Universidade.

Reis nasceram em Coimbra; eles estão sepultados aqui também. De fato, já foi a orgulhosa capital da nação portuguesa. Essa herança real permeia as colinas íngremes da cidade, ruas estreitas e parques, os quais são melhor explorados a pé. E a exploração em outros lugares é recompensada com o maior e mais atraente local romano de Portugal, e uma floresta de tons esmeralda, de fascínio encantador e beleza de tirar o fôlego.

1 – Universidade Velha de Coimbra

A Universidade de Coimbra é uma das universidades mais antigas da Europa. Curiosamente, foi originalmente fundada em Lisboa em 1290 pelo rei Dinis, mas foi transferida para Coimbra em 1537 e localizada no que costumava ser um palácio medieval. Parcialmente reconstruída nos séculos XVII e XVIII nos estilos barroco e neoclássico, esta é a Universidade Antiga, onde se encontram algumas das atrações turísticas mais famosas de Coimbra. A impressionante Biblioteca Joanina é motivo suficiente para visitar esta instituição. A biblioteca do século XVIII, nomeada em homenagem a seu benfeitor, João V, é um suntuoso banquete de douradas e exóticas decorações de madeira e trompe-l’oeil. As estantes lacadas estão alinhadas com quase 300.000 livros e manuscritos medievais de todas as partes de Portugal. Outro ladrão de cenas é a Capela de São Miguel. Os elementos arquitetônicos desta bela capela datam de 1517, mas a maioria do que você vê hoje é dos séculos XVII e XVIII, incluindo os finos azulejos que embelezam as paredes da nave e capela-mor. O retábulo maneirista data de 1605. O mostruário da capela é um extraordinário órgão barroco, decorado com anjos dourados. Lá fora, um amplo pátio oferece vistas edificantes da cidade; a torre sineiraé um símbolo estimado da universidade.

2 – Igreja de Santa Cruz

Afonso Henriques e Sancho I, os dois primeiros reis de Portugal, estão sepultados na igreja de Santa Cruz, que faz parte de um mosteiro fundado em 1131 pelos cânones de Santo Agostinho. A igreja românica é conhecida por sua fachada manuelina atribuída a Diogo Boitac, que também foi responsável pelo projeto da capela. De fato, a forma de Santa Cruz foi esculpida por alguns dos melhores escultores do século XVI, expoentes notáveis ​​como Nicolau Chanterène e Jean de Rouen, cujas esculturas ornamentam o Portal da Majestade da igreja. Diz-se também que as tumbas reais traçadas de maneira extravagante são obra de Chanterène. Um destaque turístico é o sereno Claustro do Silêncio, um claustro manuelino de duas camadas com relevos notáveis ​​nos cantos sudoeste e nordeste, representando a Paixão de Cristo. Uma elaborada fonte renascentista fornece uma característica central da água.

3 – Catedral Velha

A Catedral Velha é mais parecida com um forte, como é sua aparência sólida e quase opressiva – todas as paredes com ameias, aberturas estreitas das janelas e verniz pesado. De fato, este é um dos melhores exemplos da arquitetura românica em Portugal. Consagrado em 1184, o rei Sancho I foi coroado aqui logo depois, quando Coimbra era a capital do país. Existem floreios de extravagância que aliviam o efeito sombrio do exterior: A elegante Renascença Porta Especiosa no lado norte da igreja é o exemplo mais óbvio. Caso contrário, os turistas precisam se aventurar no interior para apreciar assinaturas de ostentação de design, como o altar-mor gótico e tardio, datado de 1498. O retábulo chique, que retrata o nascimento de Cristo e da Assunção, é obra do mestre de madeira flamengo. escultores, Olivier de Gand e Jean d’Ypres. Aliás, a praça em frente à Catedral Antiga é onde João I foi proclamado rei em 1385.

4 – Nova Catedral

A exigente fachada cônica da Nova Catedral contrasta fortemente com seu xará mais antigo e mais conservador. Mas dificilmente pode ser descrito como contemporâneo; esta igreja foi fundada pelos jesuítas em 1598 e consagrada em 1640. A exuberância do exterior é igualada pela opulência do interior – o altar-mor de filigrana de ouro que se destaca majestosamente na capela-mor do século XVII é uma característica de destaque, o par de Órgãos do século XVIII posicionados em ambos os lados, forma e função de empréstimo. Na verdade, há um pouco do antigo no novo: a fonte octogonal e as barracas de coral já pertenceram à Sé Velha.

5 – Cruzeiro no Rio Mondego

Um cruzeiro no Rio Mondego é uma das coisas mais relaxantes para se fazer em passeios turísticos em Coimbra. A venerável pátina da cidade é claramente visível do rio, e a deriva preguiçosa ao longo deste antigo curso de água oferece aos visitantes uma perspectiva atraente e totalmente diferente deste destino sedutor. Uma nova opção é combinar um cruzeiro com um tour de Coimbra por tuk-tuk. Esses táxis motorizados de três rodas percorrem as ruas e faixas da cidade com alarmante facilidade de acesso a lugares que um veículo convencional simplesmente não conseguiria. Outra ideia mais romântica é olhar para os cruzeiros noturnos que oferecem aos passageiros um jantar a bordo acompanhado de apresentações de fado, que em Coimbra é cantado de maneira mais alegre.

6 – Museu Nacional Machado de Castro

Reaberto ao público após sofrer uma extensa reformulação pelo respeitado arquiteto Gonçalo Byrne, o Museu Nacional Machado de Castro (MNMC) – em homenagem ao famoso escultor português Joaquim Machado de Castro (1731-1822) – é um dos principais artistas de Portugal instituições culturais. O novo espaço possui cinco andares, oferecendo três vezes mais espaço para exposições do que em sua encarnação anterior. As exibições permanentes da arqueologia romana, que incluem um notável cryptoporticus, metais sagrados do sul da Europa do século XII ao XVIII, joias do século 14 ao 18 e uma das melhores coleções de estátuas medievais em Portugal que se estendem do século 10 ao 18 são complementado por pinturas, desenhos, tecidos, móveis e cerâmica raros e valiosos. E se isso não for suficiente, O MNMC também possui outras coleções importantes de livros e manuscritos antigos, além de artigos de vidro e artefatos do Extremo Oriente. Uma diversão que vale a pena fugir deste tesouro mágico é a dupla varanda no pátio, que oferece vistas inspiradoras sobre a cidade.

7 – Mosteiro de Santa Clara-a-Velha

As ruínas sugestivas e parcialmente afundadas do convento de Santa Clara-a-Velha são tudo o que resta do mosteiro do século XIII. Construído na margem sul do rio Mondego, o edifício serviu de refúgio para Santa Isabel, a viúva do rei Dinis. Isabel supervisionou a construção de uma nova igreja onde foi enterrada após sua morte em 1336. No entanto, o sinal da morte também estava soando para a própria Santa Clara depois que inundações consistentes minaram as fundações do convento. O edifício foi abandonado em 1677, as irmãs optando por um novo edifício em terreno mais alto. Em 1696, os restos mortais da própria Isabel foram transferidos para este novo endereço, o Convento de Santa Clara-a-Nova. A igreja gótica original acabou sendo restaurada e compartilha o local com um moderno centro de interpretação, onde os visitantes podem aprender mais sobre a fascinante história por trás do convento e refletir sobre achados arqueológicos desenterrados das ruínas assoreadas.

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8 – Mosteiro de Santa Clara-a-Nova

O convento de Santa Clara-a-Nova, construído entre 1649 e 1677, substituiu o antigo mosteiro, que sucumbiu à enchente e teve que ser abandonado. O novo convento, construído em terreno mais seco do Monte da Esperança, no mesmo lado do rio, agora faz parte de um quartel militar, mas ainda é possível visitar o santuário de prata do século XVII de Santa Isabel, dentro da igreja barroca. O sarcófago de pedra original do santo está vazio no coro inferior. Digno de nota são os claustros consideráveis, estabelecidos em 1733 por Carlos Mardel. Além de um pequeno museu militar, o restante dos quartos fica fora dos limites do público em geral.

9 – Arco de Almedina

Parte do portal original da cidade antiga, o Arco de Almedina é uma relíquia das muralhas dos mouros de Coimbra (em medina árabe significa cidade). A parte mais antiga da estrutura data do século IX e consistia originalmente de um par de torres ligadas por um arco. Foi bastante alterada e restaurada no século XII para incluir a Torre de Anto, construída acima do arco repleto de janelas renascentistas. Hoje, a torre abriga o centro de interpretação do centro da cidade murada que narra a história dos muros defensivos que outrora cercavam Coimbra. Um anexo fornece espaço para exposições temporárias e palestras sobre temas relacionados.

10 – Jardim Botânico

Os jardins botânicos da cidade são os mais amplos de Portugal. Integrados na faculdade de história natural da Universidade de Coimbra, foram criados pelo Marquês de Pombal durante a reforma da universidade em 1773. Paisagísticos em terraços de vale perto do rio, a entrada para a verdejante propriedade de 20 hectares fica à sombra de o aqueduto do século XVI de São Sebastião. A coleção exuberante e exótica de flora conta com cerca de 1.200 plantas e árvores de todo o mundo. Várias estufas, uma datada de 1856, são usadas para cultivar espécies subtropicais de plantas e flores. Os jardins apresentam várias lagoas e uma fonte central e, escondida entre uma vegetação densa, a pequena Capela de São Bento , do século XIX.

11 – Portugal dos Pequenitos

Os adultos são bem-vindos neste parque temático imaginativo, cujo nome se traduz como “os mais pequenos de Portugal“. Isso porque tudo aqui é um mundo em miniatura, uma exibição divertida de versões em escala reduzida dos monumentos nacionais mais queridos de Portugal, dos melhores edifícios e das aldeias tradicionais. Coimbra é representada pela sua antiga universidade. Há também edifícios de antigas colônias (o parque foi criado em 1940). Um parque de aprendizado através de brincadeiras, basicamente destinado a crianças, os adultos também se divertem explorando essa paisagem liliputiana. Dentro do local existem três museus especializados em móveis, trajes tradicionais e artefatos navais.

12 – Jardins da Quinta das Lágrimas

A versão trágica de Portugal de Romeu e Julieta foi apresentada nos jardins da Quinta das Lágrimas, onde Inês de Castro, a amante do rei Pedro I, foi assassinada em 1355 por ordem de Afonso IV Dizia-se que a ação ocorreu nos jardins de uma vila perto de uma fonte – a Fonte dos Amores. A vila agora é um hotel de luxo, mas os jardins, plantados com árvores antigas e paisagísticos com lagoas e cursos de água, estão abertos ao público.

13 – Praça do Comércio

A movimentada praça principal de Coimbra é o centro comercial da cidade. Cheia de lojas, butiques, cafés e restaurantes, também é uma atração turística popular por si só. Em um canto fica a igreja de São Tiago. Consagrada no século XII, sua fachada foi fortemente restaurada, mas por dentro, um retábulo com pingos de madeira dourada deslumbrante que admira os turistas. A parte externa do edifício é particularmente atraente à noite quando é iluminada. Perto da Rua Ferreira Borges, nas proximidades, estão o mencionado Arco de Alemedina e Torre de Anto.

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